sexta-feira, 19 de julho de 2013

DIP-se

Querido Diário Médico,

Tá chegando ao fim esse semestre. Me dei conta disso hoje ao fazer o último Estudo de Caso (nº 12) da disciplina Doenças Infecto Parasitárias (mais conhecida amistosamente como DIP).
Semana que vem vamos ao último dos moicanos mesmo: o último Seminário (nº 12). E DIP ficará para sempre em nossas lembranças... (só que não!). 
Descobri que a DIP é uma das pedras fundamentais da Clínica. Cerca de 70% das demandas e queixas que chegam nos turnos dos meus estágios, tem a ver com DIP!
Posso segredar uma coisa? Só 4 coisas me conquistaram até aqui na Faculdade. Fim de Ciclo Clínico (ainda não é hora do Balanço Geral, mas farei uma pequena Parcial...), e algumas certezas começam a aparecer(oxalá!).
Pra você que ficou à espera desse grande dia, Diário, em que eu finalmente diria alguma coisa sobre carreira médica, aqui vão os galantes que me conquistaram:

1) Saúde Coletiva; 
2) Pediatria; 
3) Dermatologia; 
4) Infectologiaaaa!!

Sim, ela está no meio! Infectologia! Portanto, a palavra da vez é: DIP-se!


Ele não tem carinha de Parasita com essa espícula??

DIP-se. Sim, porque a DIP será para sempre frequente em nossas vidas e corações (na saúde, ou na Endocardite). E outra, porque sua prova se aproxima...
É claro, apesar de gostar, muitas vezes fico com cara de Teletubie na aula, como hoje no Caso de Enteroparasitas (confundi o método de Moraes com o método de Faust no Exame Parasitológico de Fezes... e troquei Enterobiose com Tricuríase). 
Mesmo com todo mico e nota baixa, DIP me conquistou. 
E olha que todo mundo dizia que era a matéria MAIS difícil... Fácil não é (senão não tinha tirado 5,8 na prova), mas não achei esse exagero de dificuldade que apregoavam por aí.

Bom dizer de coisa desafiadora, não é mesmo?! E de coisa que a gente gosta.

Indo pra Macaé City no busão do TSU,
Carla Guedes

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